
Comunicação, educação em diálogo
O ComuEduca é um portal acadêmico-jornalístico criado para divulgar produções, entrevistas, matérias especiais e acervos digitais. A proposta é aproximar comunicação, educação, cultura e sociedade por meio de conteúdos autorais e multimídia.
Áreas do Portal

Educomunicação
Espaço para matérias longas sobre o que é educomunicação, seus conceitos, práticas e relações com a sociedade.
Acessar seção →Entrevistas
Até cinco entrevistas médias com imagens, textos e possibilidade de incorporar vídeos, playlists e posts externos.s
Acessar seção →Acervo
Galeria multimídia com conteúdos produzidos ao longo do curso, incluindo vídeo do YouTube e podcast do Spotify.
Acessar seção →Saiba Mais
Textos curtos sobre temas sociais diversos, com imagens, fotos e possibilidade de conteúdos incorporados.
Acessar seção →Últimas Publicações
Dicas para enfrentar crises de ansiedade e estresse emocional
Momentos de ansiedade intensa e estresse emocional podem afetar a rotina, a concentração e o bem-estar emocional. Nessas situações, algumas estratégias simples podem ajudar a reduzir os sintomas e trazer mais sensação de controle. De acordo com o psicólogo Tyrone Miranda, procurar um local mais calmo e conversar com alguém de confiança são atitudes importantes durante uma crise emocional. Exercícios de respiração, redução de estímulos e práticas de autocuidado também podem ajudar o corpo e a mente a desacelerar. Outras técnicas simples incluem: ● desenhar, escrever ou ouvir música; ● focar em objetos e detalhes do ambiente; ● listar elementos ao redor para organizar os pensamentos; ● utilizar estratégias de regulação emocional, como segurar gelo. Essas práticas podem auxiliar em momentos emergenciais e ajudam a aliviar a ansiedade temporariamente. No entanto, Tyrone reforça que, quando os sintomas se tornam frequentes ou intensos, é importante buscar acompanhamento psicológico e apoio profissional adequado.
Ler publicação →Dicas para atuar na comunicação popular
A comunicação popular vem ganhando força entre jovens que desejam transformar suas comunidades por meio da informação, da escuta e da participação coletiva. Produzir conteúdos comunitários vai além de divulgar notícias: é uma forma de dar visibilidade às histórias, desafios e potências do território. O jornalista Luan Matheus Santana destaca que o primeiro passo é observar a realidade ao redor e ouvir atentamente as pessoas da comunidade. Segundo ele, utilizar uma linguagem simples, acolhedora e próxima do cotidiano ajuda a fortalecer o diálogo e aproximar os moradores das pautas locais. Entre as principais orientações para quem deseja atuar no jornalismo popular estão: ● valorizar experiências e memórias locais; ● usar as redes sociais digitais como ferramentas de mobilização; ● estudar educação midiática e combate à desinformação; ● trabalhar de forma coletiva; ● respeitar as pessoas retratadas nas histórias. Na prática, jovens comunicadores podem começar criando grupos de diálogo, identificando problemas do bairro e registrando histórias da comunidade com ferramentas acessíveis, como WhatsApp e redes sociais digitais. Também é importante destacar artistas, lideranças e iniciativas locais, construindo conteúdos junto com os moradores. A comunicação popular fortalece a participação social e contribui para que diferentes vozes sejam ouvidas dentro da comunidade.
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Educomunicação amplia formas de aprendizagem no Brasil e fortalece o protagonismo estudantil
A integração entre educação e comunicação tem ganhado cada vez mais espaço nas salas de aula brasileiras. Conhecida como Educomunicação, essa abordagem propõe transformar alunos, professores e comunidades em protagonistas do processo educativo, indo além do papel tradicional de telespectadores de informação. A Educomunicação se consolida como uma metodologia que une práticas pedagógicas e ferramentas comunicativas de forma orgânica. Na prática, isso significa que os estudantes deixam de apenas consumir conteúdos e passam a produzir conhecimento por meio de diferentes ferramentas midiáticas, como podcasts e vídeos, que serão veiculadas em diferentes meios, como rádio, televisão e internet. De acordo com a Associação Brasileira de Pesquisadores e Profissionais em Educomunicação (ABPPEducom), a Educomunicação reúne um conjunto de referências voltadas à criação e ao fortalecimento de ambientes comunicativos abertos e democráticos dentro do contexto educacional. A proposta inclui a gestão compartilhada de linguagens, tecnologias e recursos de comunicação, incentivando a expressão e o protagonismo dos indivíduos. A ABPPEducom aponta que a principal contribuição dessa abordagem está no desenvolvimento do chamado “coeficiente comunicativo”, que é a capacidade de se expressar de forma clara, crítica e eficaz utilizando diferentes meios. Além disso, a Educomunicação também estimula a leitura crítica da mídia, o uso consciente da informação e o diálogo colaborativo. No Brasil, a área da Educomunicação já apresenta avanços significativos, com reconhecimento acadêmico, produção científica e políticas públicas voltadas à área. Um dos exemplos é o projeto “Imprensa Jovem”, criado pela Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, que incentiva estudantes a produzirem conteúdo jornalístico dentro das escolas. No Piauí, iniciativas recentes indicam um cenário promissor. Programas como o II STEAM Tech Camp Piauí têm capacitado professores e incentivado metodologias voltadas ao protagonismo estudantil e à interação com tecnologias. Outro destaque é o Projeto Jovens Radialistas do Semiárido, que utiliza o rádio como ferramenta de desenvolvimento local e inclusão social de jovens. A UFPI também tem contribuído com pesquisas na área. Estudos conduzidos pela professora Patrícia Maria Martins Nápolis, em parceria com a graduanda Jociara Pinheiro Luz, utilizam a rádio universitária como meio de difusão científica, trazendo temas como tecnologia e inovação para o dia-a-dia da população ouvinte. Experiências como essas representam avanços importantes rumo à consolidação da Educomunicação no Piauí, ainda que desafios estruturais, como acesso à internet e inclusão digital, persistam. Aplicações práticas em sala de aula A Educomunicação se traduz em diversas práticas no ambiente escolar. Entre elas estão a criação de rádios escolares, onde alunos produzem programas e entrevistas; podcasts com debates e reflexões; produção de vídeos sobre temas sociais e culturais; jornais murais com notícias e textos autorais; além do uso de blogs e redes sociais educativas. Essas iniciativas transformam a sala de aula em um espaço dinâmico de produção e troca de conhecimento, incentivando a criatividade, o pensamento crítico e a participação ativa dos estudantes. Internet amplia possibilidades Com o avanço das tecnologias digitais, a internet se tornou uma das principais aliadas da Educomunicação. Plataformas online permitem que estudantes assumam o papel de criadores de conteúdo, utilizando redes sociais e sites como ferramentas pedagógicas. É nesse ambiente que a comunicação acontece de forma colaborativa, promovendo a troca de saberes e o trabalho coletivo. Além disso, o uso da internet contribui para o desenvolvimento da autonomia dos alunos, que passam a interpretar, questionar e refletir sobre as informações que consomem. Ao estimular a participação ativa e o pensamento crítico, a Educomunicação se firma como uma estratégia relevante para a formação de cidadãos mais conscientes, criativos e preparados para os desafios da sociedade contemporânea.
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Educomunicação transforma práticas em sala de aula e estimula protagonismo estudantil
A adoção de práticas educomunicativas nas escolas brasileiras tem promovido mudanças significativas na forma como o ensino e a aprendizagem acontecem. Ao integrar ferramentas de comunicação ao cotidiano escolar, a educomunicação transforma a sala de aula em um ambiente dinâmico, colaborativo e centrado no protagonismo dos estudantes. A proposta vai além do uso de tecnologias: trata-se de uma mudança de postura pedagógica. Em vez de apenas receber conteúdos, os alunos passam a produzir informação, exercitando habilidades como escrita, argumentação, criatividade e pensamento crítico. Professores, por sua vez, assumem o papel de mediadores, orientando a construção coletiva do conhecimento. Entre as aplicações práticas mais comuns está a rádio escolar, onde estudantes produzem programas, realizam entrevistas e compartilham notícias da comunidade. A atividade estimula a oralidade, a organização de ideias e o trabalho em equipe, além de aproximar a escola da realidade local. Outra ferramenta amplamente utilizada é o podcast educativo, formato que vem ganhando popularidade por sua acessibilidade e flexibilidade. Nele, os alunos podem debater temas atuais, apresentar pesquisas e desenvolver narrativas, exercitando tanto a comunicação quanto a capacidade de análise crítica. A produção de vídeos também se destaca como estratégia pedagógica. Ao criar conteúdos audiovisuais sobre questões sociais, ambientais ou culturais, os estudantes desenvolvem competências técnicas e reflexivas, além de aprenderem a comunicar ideias de forma clara e objetiva. O jornal mural continua sendo uma prática relevante, especialmente em contextos com menor acesso à tecnologia. Produzido coletivamente, ele reúne textos, poesias, notícias e ilustrações, incentivando a expressão escrita e a valorização da produção autoral. Já os blogs e redes sociais educativas ampliam o alcance das atividades escolares, permitindo que os conteúdos produzidos em sala sejam compartilhados com a comunidade. Essas plataformas também contribuem para o desenvolvimento da escrita digital e da responsabilidade no uso da informação. Segundo pesquisadores da área, essas práticas fortalecem o chamado ecossistema comunicativo — conceito central da educomunicação que envolve a criação de ambientes abertos ao diálogo, à participação e à construção coletiva do saber. Para o pesquisador Ismar de Oliveira Soares, um dos principais nomes do campo no Brasil, a educomunicação promove a democratização da comunicação dentro dos espaços educativos, ampliando as possibilidades de expressão e aprendizagem. Além de contribuir para o desenvolvimento acadêmico, as práticas educomunicativas também têm impacto na formação cidadã. Ao aprenderem a produzir e interpretar conteúdos midiáticos, os estudantes se tornam mais críticos diante das informações que consomem, fortalecendo sua participação social. Apesar dos avanços, especialistas apontam desafios para a ampliação dessas iniciativas, como a necessidade de formação continuada de professores e a melhoria da infraestrutura tecnológica nas escolas. Ainda assim, experiências em diferentes regiões do país mostram que, mesmo com recursos limitados, é possível implementar práticas educomunicativas de forma criativa e eficaz.
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Internet amplia alcance da educomunicação e fortalece aprendizagem colaborativa
A popularização da internet tem impulsionado novas formas de ensinar e aprender, abrindo espaço para a consolidação da educomunicação no ambiente digital. Ao utilizar plataformas online como ferramentas pedagógicas, escolas e projetos educacionais têm transformado estudantes em produtores de conteúdo e agentes ativos na construção do conhecimento. Mais do que um meio de acesso à informação, a internet se apresenta como um espaço de interação, criação e compartilhamento. Nesse contexto, a educomunicação encontra um terreno fértil para desenvolver práticas que estimulam o protagonismo estudantil, a autonomia e o pensamento crítico. Ambientes virtuais como blogs, sites educativos e redes sociais permitem que alunos publiquem textos, vídeos, podcasts e outros formatos de conteúdo, ampliando o alcance das atividades realizadas em sala de aula. Essas práticas favorecem uma comunicação horizontal, em que todos participam do processo de aprendizagem, rompendo com o modelo tradicional centrado exclusivamente no professor. De acordo com o pesquisador Ismar de Oliveira Soares, a educomunicação se baseia na criação de ecossistemas comunicativos democráticos, onde a expressão e o diálogo são incentivados. No ambiente digital, esses ecossistemas se expandem, permitindo conexões que ultrapassam os limites físicos da escola. Além disso, o uso da internet contribui para o desenvolvimento da chamada educação midiática, que envolve a capacidade de analisar, interpretar e produzir conteúdos de forma crítica e responsável. Em um cenário marcado pela circulação intensa de informações, essa competência se torna essencial para a formação cidadã. Outro aspecto relevante é o estímulo à autoria. Ao produzir conteúdos digitais, os estudantes deixam de ser apenas consumidores e passam a exercer um papel ativo na construção do conhecimento. Essa mudança fortalece a autonomia, incentiva a criatividade e promove o engajamento com os temas estudados. No entanto, especialistas alertam que o uso da internet na educomunicação também exige cuidados. Questões como desinformação, segurança digital e desigualdade no acesso às tecnologias ainda representam desafios significativos. A chamada exclusão digital, por exemplo, limita a participação de estudantes que não possuem acesso adequado à internet ou a dispositivos tecnológicos. Para a UNESCO, iniciativas de educação midiática e informacional são fundamentais para preparar cidadãos capazes de lidar com os desafios do ambiente digital. A organização defende o uso crítico e ético das tecnologias como parte essencial dos processos educativos contemporâneos. No Brasil, experiências que integram educomunicação e internet têm se multiplicado, tanto em escolas quanto em projetos sociais. Plataformas digitais vêm sendo utilizadas para divulgar produções estudantis, promover debates e conectar comunidades, reforçando o papel da comunicação como ferramenta de transformação social. Apesar dos desafios estruturais, o avanço das tecnologias digitais indica que a educomunicação na internet tende a se expandir ainda mais nos próximos anos. Ao unir educação, comunicação e tecnologia, essa abordagem contribui para formar sujeitos mais críticos, participativos e preparados para atuar em uma sociedade cada vez mais conectada.
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Comunicação antirracista e comunicação cultural
wfewtet Entrevista com Ohana Luize sobre práticas de comunicação antirracista, cultura, representatividade e produção de narrativas sociais.Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Cras interdum, nisl eget egestas varius, diam sem tristique justo, sed molestie eros lacus ut lectus. In hac habitasse platea dictumst. Vestibulum ante ipsum primis in faucibus orci luctus et ultrices posuere cubilia curae; Aliquam at erat in hunc locum.O Hospedeiro e a EstruturaMaecenas vel porta eros. Quisque sit amet neque ac metus parasite vestibulum interdum. Pellentesque habitant morbi tristique senectus et netus et malesuada fames ac turpis egestas.Infectio: Fusce ac turpis quis ligulm lacinia aliquet.Incubatio: Proin vitae nisi sed nisl convallis scelerisque.Transmissio: Nam eget dui. Etiam rhoncus. Maecenas tempus, tellus eget condimentum rhoncus."A natureza do teste não reside na sobrevivência do mais forte, mas na persistência do que consegue se infiltrar sem ser notado."Desenvolvimento SistêmicoSuspendisse potenti. Nulla tincidunt, erat sit amet gravida sollicitudin, tellus illum rhoncus nisl, id sodales lorem dui id nisl. Duis bibendum, felis sed interdum venenatis, turpis enim varius leo, eget vulputate augue neque eu neque.Substrato: Ut wisi enim ad minim veniam.Replicação: Quis nostrud exerci tation ullamcorper.Persistência: Et iusto odio dignissim qui blandit praesent.Tabela de Impacto LaboratorialFase do TesteNível de EstresseVariável de ControleStatusAlpha12%TemperaturaEstávelBeta45%NutrientesEm ProgressoGamma (Parasite)89%ResistênciaAlertaConclusão do ExperimentoDonec pede justo, fringilla vel, aliquet nec, vulputate eget, arcu. In enim justo, rhoncus ut, imperdiet a, venenatis vitae, justo. Nullam dictum felis eu pede mollis pretium. Integer tincidunt. Cras dapibus. Vivamus elementum semper nisi. Aenean vulputate eleifend tellus. Aenean leo ligula, porttitor eu, consequat vitae, eleifend ac, enim. Aliquam lorem ante, dapibus in, viverra quis, feugiat a, tellus.Phasellus viverra nulla ut metus varius laoreet. Quisque rutrum. Aenean imperdiet. Etiam ultricies nisi vel augue. Curabitur ullamcorper ultricies nisi. Nam eget dui. Etiam rhoncus. Maecenas tempus, tellus eget condimentum rhoncus, sem quam semper libero, sit amet adipiscing sem neque sed ipsum.
Ler publicação →Educomunicação
Conteúdos especiais sobre comunicação, educação, cultura e transformação social.

Educomunicação amplia formas de aprendizagem no Brasil e fortalece o protagonismo estudantil
A integração entre educação e comunicação tem ganhado cada vez mais espaço nas salas de aula brasileiras. Conhecida como Educomunicação, essa abordagem propõe transformar alunos, professores e comunidades em protagonistas do processo educativo, indo além do papel tradicional de telespectadores de informação. A Educomunicação se consolida como uma metodologia que une práticas pedagógicas e ferramentas comunicativas de forma orgânica. Na prática, isso significa que os estudantes deixam de apenas consumir conteúdos e passam a produzir conhecimento por meio de diferentes ferramentas midiáticas, como podcasts e vídeos, que serão veiculadas em diferentes meios, como rádio, televisão e internet. De acordo com a Associação Brasileira de Pesquisadores e Profissionais em Educomunicação (ABPPEducom), a Educomunicação reúne um conjunto de referências voltadas à criação e ao fortalecimento de ambientes comunicativos abertos e democráticos dentro do contexto educacional. A proposta inclui a gestão compartilhada de linguagens, tecnologias e recursos de comunicação, incentivando a expressão e o protagonismo dos indivíduos. A ABPPEducom aponta que a principal contribuição dessa abordagem está no desenvolvimento do chamado “coeficiente comunicativo”, que é a capacidade de se expressar de forma clara, crítica e eficaz utilizando diferentes meios. Além disso, a Educomunicação também estimula a leitura crítica da mídia, o uso consciente da informação e o diálogo colaborativo. No Brasil, a área da Educomunicação já apresenta avanços significativos, com reconhecimento acadêmico, produção científica e políticas públicas voltadas à área. Um dos exemplos é o projeto “Imprensa Jovem”, criado pela Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, que incentiva estudantes a produzirem conteúdo jornalístico dentro das escolas. No Piauí, iniciativas recentes indicam um cenário promissor. Programas como o II STEAM Tech Camp Piauí têm capacitado professores e incentivado metodologias voltadas ao protagonismo estudantil e à interação com tecnologias. Outro destaque é o Projeto Jovens Radialistas do Semiárido, que utiliza o rádio como ferramenta de desenvolvimento local e inclusão social de jovens. A UFPI também tem contribuído com pesquisas na área. Estudos conduzidos pela professora Patrícia Maria Martins Nápolis, em parceria com a graduanda Jociara Pinheiro Luz, utilizam a rádio universitária como meio de difusão científica, trazendo temas como tecnologia e inovação para o dia-a-dia da população ouvinte. Experiências como essas representam avanços importantes rumo à consolidação da Educomunicação no Piauí, ainda que desafios estruturais, como acesso à internet e inclusão digital, persistam. Aplicações práticas em sala de aula A Educomunicação se traduz em diversas práticas no ambiente escolar. Entre elas estão a criação de rádios escolares, onde alunos produzem programas e entrevistas; podcasts com debates e reflexões; produção de vídeos sobre temas sociais e culturais; jornais murais com notícias e textos autorais; além do uso de blogs e redes sociais educativas. Essas iniciativas transformam a sala de aula em um espaço dinâmico de produção e troca de conhecimento, incentivando a criatividade, o pensamento crítico e a participação ativa dos estudantes. Internet amplia possibilidades Com o avanço das tecnologias digitais, a internet se tornou uma das principais aliadas da Educomunicação. Plataformas online permitem que estudantes assumam o papel de criadores de conteúdo, utilizando redes sociais e sites como ferramentas pedagógicas. É nesse ambiente que a comunicação acontece de forma colaborativa, promovendo a troca de saberes e o trabalho coletivo. Além disso, o uso da internet contribui para o desenvolvimento da autonomia dos alunos, que passam a interpretar, questionar e refletir sobre as informações que consomem. Ao estimular a participação ativa e o pensamento crítico, a Educomunicação se firma como uma estratégia relevante para a formação de cidadãos mais conscientes, criativos e preparados para os desafios da sociedade contemporânea.
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Educomunicação transforma práticas em sala de aula e estimula protagonismo estudantil
A adoção de práticas educomunicativas nas escolas brasileiras tem promovido mudanças significativas na forma como o ensino e a aprendizagem acontecem. Ao integrar ferramentas de comunicação ao cotidiano escolar, a educomunicação transforma a sala de aula em um ambiente dinâmico, colaborativo e centrado no protagonismo dos estudantes. A proposta vai além do uso de tecnologias: trata-se de uma mudança de postura pedagógica. Em vez de apenas receber conteúdos, os alunos passam a produzir informação, exercitando habilidades como escrita, argumentação, criatividade e pensamento crítico. Professores, por sua vez, assumem o papel de mediadores, orientando a construção coletiva do conhecimento. Entre as aplicações práticas mais comuns está a rádio escolar, onde estudantes produzem programas, realizam entrevistas e compartilham notícias da comunidade. A atividade estimula a oralidade, a organização de ideias e o trabalho em equipe, além de aproximar a escola da realidade local. Outra ferramenta amplamente utilizada é o podcast educativo, formato que vem ganhando popularidade por sua acessibilidade e flexibilidade. Nele, os alunos podem debater temas atuais, apresentar pesquisas e desenvolver narrativas, exercitando tanto a comunicação quanto a capacidade de análise crítica. A produção de vídeos também se destaca como estratégia pedagógica. Ao criar conteúdos audiovisuais sobre questões sociais, ambientais ou culturais, os estudantes desenvolvem competências técnicas e reflexivas, além de aprenderem a comunicar ideias de forma clara e objetiva. O jornal mural continua sendo uma prática relevante, especialmente em contextos com menor acesso à tecnologia. Produzido coletivamente, ele reúne textos, poesias, notícias e ilustrações, incentivando a expressão escrita e a valorização da produção autoral. Já os blogs e redes sociais educativas ampliam o alcance das atividades escolares, permitindo que os conteúdos produzidos em sala sejam compartilhados com a comunidade. Essas plataformas também contribuem para o desenvolvimento da escrita digital e da responsabilidade no uso da informação. Segundo pesquisadores da área, essas práticas fortalecem o chamado ecossistema comunicativo — conceito central da educomunicação que envolve a criação de ambientes abertos ao diálogo, à participação e à construção coletiva do saber. Para o pesquisador Ismar de Oliveira Soares, um dos principais nomes do campo no Brasil, a educomunicação promove a democratização da comunicação dentro dos espaços educativos, ampliando as possibilidades de expressão e aprendizagem. Além de contribuir para o desenvolvimento acadêmico, as práticas educomunicativas também têm impacto na formação cidadã. Ao aprenderem a produzir e interpretar conteúdos midiáticos, os estudantes se tornam mais críticos diante das informações que consomem, fortalecendo sua participação social. Apesar dos avanços, especialistas apontam desafios para a ampliação dessas iniciativas, como a necessidade de formação continuada de professores e a melhoria da infraestrutura tecnológica nas escolas. Ainda assim, experiências em diferentes regiões do país mostram que, mesmo com recursos limitados, é possível implementar práticas educomunicativas de forma criativa e eficaz.
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Internet amplia alcance da educomunicação e fortalece aprendizagem colaborativa
A popularização da internet tem impulsionado novas formas de ensinar e aprender, abrindo espaço para a consolidação da educomunicação no ambiente digital. Ao utilizar plataformas online como ferramentas pedagógicas, escolas e projetos educacionais têm transformado estudantes em produtores de conteúdo e agentes ativos na construção do conhecimento. Mais do que um meio de acesso à informação, a internet se apresenta como um espaço de interação, criação e compartilhamento. Nesse contexto, a educomunicação encontra um terreno fértil para desenvolver práticas que estimulam o protagonismo estudantil, a autonomia e o pensamento crítico. Ambientes virtuais como blogs, sites educativos e redes sociais permitem que alunos publiquem textos, vídeos, podcasts e outros formatos de conteúdo, ampliando o alcance das atividades realizadas em sala de aula. Essas práticas favorecem uma comunicação horizontal, em que todos participam do processo de aprendizagem, rompendo com o modelo tradicional centrado exclusivamente no professor. De acordo com o pesquisador Ismar de Oliveira Soares, a educomunicação se baseia na criação de ecossistemas comunicativos democráticos, onde a expressão e o diálogo são incentivados. No ambiente digital, esses ecossistemas se expandem, permitindo conexões que ultrapassam os limites físicos da escola. Além disso, o uso da internet contribui para o desenvolvimento da chamada educação midiática, que envolve a capacidade de analisar, interpretar e produzir conteúdos de forma crítica e responsável. Em um cenário marcado pela circulação intensa de informações, essa competência se torna essencial para a formação cidadã. Outro aspecto relevante é o estímulo à autoria. Ao produzir conteúdos digitais, os estudantes deixam de ser apenas consumidores e passam a exercer um papel ativo na construção do conhecimento. Essa mudança fortalece a autonomia, incentiva a criatividade e promove o engajamento com os temas estudados. No entanto, especialistas alertam que o uso da internet na educomunicação também exige cuidados. Questões como desinformação, segurança digital e desigualdade no acesso às tecnologias ainda representam desafios significativos. A chamada exclusão digital, por exemplo, limita a participação de estudantes que não possuem acesso adequado à internet ou a dispositivos tecnológicos. Para a UNESCO, iniciativas de educação midiática e informacional são fundamentais para preparar cidadãos capazes de lidar com os desafios do ambiente digital. A organização defende o uso crítico e ético das tecnologias como parte essencial dos processos educativos contemporâneos. No Brasil, experiências que integram educomunicação e internet têm se multiplicado, tanto em escolas quanto em projetos sociais. Plataformas digitais vêm sendo utilizadas para divulgar produções estudantis, promover debates e conectar comunidades, reforçando o papel da comunicação como ferramenta de transformação social. Apesar dos desafios estruturais, o avanço das tecnologias digitais indica que a educomunicação na internet tende a se expandir ainda mais nos próximos anos. Ao unir educação, comunicação e tecnologia, essa abordagem contribui para formar sujeitos mais críticos, participativos e preparados para atuar em uma sociedade cada vez mais conectada.
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Comunicação antirracista e comunicação cultural
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Ler matéria →Escrita literária e criação de conteúdo em redes sociais
Entrevista com Susy Oliveira sobre escrita literária, presença digital, criação de conteúdo e circulação de ideias nas redes sociais.Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Cras interdum, nisl eget egestas varius, diam sem tristique justo, sed molestie eros lacus ut lectus. In hac habitasse platea dictumst. Vestibulum ante ipsum primis in faucibus orci luctus et ultrices posuere cubilia curae; Aliquam at erat in hunc locum.O Hospedeiro e a EstruturaMaecenas vel porta eros. Quisque sit amet neque ac metus parasite vestibulum interdum. Pellentesque habitant morbi tristique senectus et netus et malesuada fames ac turpis egestas.Infectio: Fusce ac turpis quis ligulm lacinia aliquet.Incubatio: Proin vitae nisi sed nisl convallis scelerisque.Transmissio: Nam eget dui. Etiam rhoncus. Maecenas tempus, tellus eget condimentum rhoncus."A natureza do teste não reside na sobrevivência do mais forte, mas na persistência do que consegue se infiltrar sem ser notado."Desenvolvimento SistêmicoSuspendisse potenti. Nulla tincidunt, erat sit amet gravida sollicitudin, tellus illum rhoncus nisl, id sodales lorem dui id nisl. Duis bibendum, felis sed interdum venenatis, turpis enim varius leo, eget vulputate augue neque eu neque.Substrato: Ut wisi enim ad minim veniam.Replicação: Quis nostrud exerci tation ullamcorper.Persistência: Et iusto odio dignissim qui blandit praesent.Tabela de Impacto LaboratorialFase do TesteNível de EstresseVariável de ControleStatusAlpha12%TemperaturaEstávelBeta45%NutrientesEm ProgressoGamma (Parasite)89%ResistênciaAlertaConclusão do ExperimentoDonec pede justo, fringilla vel, aliquet nec, vulputate eget, arcu. In enim justo, rhoncus ut, imperdiet a, venenatis vitae, justo. Nullam dictum felis eu pede mollis pretium. Integer tincidunt. Cras dapibus. Vivamus elementum semper nisi. Aenean vulputate eleifend tellus. Aenean leo ligula, porttitor eu, consequat vitae, eleifend ac, enim. Aliquam lorem ante, dapibus in, viverra quis, feugiat a, tellus.Phasellus viverra nulla ut metus varius laoreet. Quisque rutrum. Aenean imperdiet. Etiam ultricies nisi vel augue. Curabitur ullamcorper ultricies nisi. Nam eget dui. Etiam rhoncus. Maecenas tempus, tellus eget condimentum rhoncus, sem quam semper libero, sit amet adipiscing sem neque sed ipsum.
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Literatura em tempos de algoritmo: como ensinar e engajar nas redes sociais
A presença da literatura nas redes sociais digitais deixou de ser apenas uma tendência e passou a ocupar um espaço estratégico na formação de novos leitores. Em um cenário dominado por vídeos curtos, algoritmos e consumo rápido de conteúdo, produtores digitais enfrentam o desafio de transformar obras densas em materiais acessíveis, sem perder a profundidade. A criadora de conteúdo e mestra em Literatura Susy Oliveira, além de professora, também atua com comunicação literária nas redes, compartilhando estratégias e reflexões sobre esse processo. Segundo Susy, a lógica das plataformas exige adaptações constantes. Redes como Instagram priorizam vídeos curtos, o que impõe limites para abordagens mais aprofundadas. “Infelizmente, precisamos nos adaptar aos algoritmos se quisermos continuar utilizando a internet para divulgar literatura”, afirma. Como alternativa, ela sugere diversificar os canais, levando discussões mais complexas para plataformas que permitem maior duração, como YouTube e TikTok. Ainda assim, um dos principais desafios é tornar o conteúdo literário leve e atrativo. Para isso, Susy aposta na aproximação entre ficção e realidade. Ao relacionar personagens e enredos com situações do cotidiano, ela cria uma conexão mais íntima com o público. Essa estratégia estimula a curiosidade e facilita a compreensão, sem necessariamente simplificar em excesso. O uso do storytelling é visto como essencial na comunicação digital. “O ser humano adora uma boa história”, destaca Susy. Ao desenvolver uma narrativa envolvente e encontrar um estilo próprio, o criador de conteúdo consegue não apenas informar, mas também construir uma comunidade engajada, que acompanha e interage com o conteúdo. Traduzir obras complexas para formatos mais simples é uma tarefa delicada. Há sempre o risco de superficialidade, mas Susy acredita na capacidade de compreensão do público. Para ela, o caminho está no diálogo: apresentar contexto histórico, discutir autoria e explorar as mensagens da obra. “Criar um ambiente de familiaridade com o universo literário é o único caminho possível”, explica. Entretenimento e educação: um equilíbrio necessário Equilibrar conteúdo educativo e entretenimento não é uma fórmula exata. Susy destaca que o estudo contínuo é fundamental para manter a qualidade do conteúdo. Ao mesmo tempo, ela reconhece que, uma vez publicado, o material ganha múltiplas interpretações. Por isso, sua abordagem busca permanecer no campo didático, sem abrir mão da leveza. As citações literárias também ganham novos formatos nas redes. Susy utiliza trends e linguagens populares para dar destaque a autores e obras, sempre valorizando a autoria. Um exemplo é a adaptação de expressões da internet para apresentar clássicos, aproximando o público de nomes importantes da literatura de forma criativa e acessível. No ambiente digital, o visual é determinante. Conteúdos sem apelo estético tendem a se perder em meio ao excesso de informação. Por isso, Susy reforça a importância de investir em identidade visual, seja por meio de estudo próprio ou com o apoio de profissionais especializados. Susy sendo presenteada pelos alunos. Foto: Susy Oliveira / Acervo Pessoal Por onde começar? Para quem deseja iniciar na produção de conteúdo literário, a recomendação é clara: foco e autenticidade. Em vez de abordar todos os temas, é mais eficaz escolher um nicho específico e desenvolver uma perspectiva própria. “Sempre há uma forma interessante de falar sobre qualquer assunto, mas não é necessário falar sobre tudo”, conclui. A experiência de Susy evidencia que a literatura pode não apenas sobreviver, mas também se reinventar nas redes sociais. Com estratégias adequadas, criatividade e compromisso educativo, é possível formar leitores e ampliar o acesso ao universo literário em plena era digital.
Ler matéria →Projetos produzidos na graduação.
Confira materiais criados em parceria discente.
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Notas rápidas, registros fotográficos e publicações curtas produzidas pela redação.
Dicas para enfrentar crises de ansiedade e estresse emocional
Momentos de ansiedade intensa e estresse emocional podem afetar a rotina, a concentração e o bem-estar emocional. Nessas situações, algumas estratégias simples podem ajudar a reduzir os sintomas e trazer mais sensação de controle. De acordo com o psicólogo Tyrone Miranda, procurar um local mais calmo e conversar com alguém de confiança são atitudes importantes durante uma crise emocional. Exercícios de respiração, redução de estímulos e práticas de autocuidado também podem ajudar o corpo e a mente a desacelerar. Outras técnicas simples incluem: ● desenhar, escrever ou ouvir música; ● focar em objetos e detalhes do ambiente; ● listar elementos ao redor para organizar os pensamentos; ● utilizar estratégias de regulação emocional, como segurar gelo. Essas práticas podem auxiliar em momentos emergenciais e ajudam a aliviar a ansiedade temporariamente. No entanto, Tyrone reforça que, quando os sintomas se tornam frequentes ou intensos, é importante buscar acompanhamento psicológico e apoio profissional adequado.
Ler matéria →Dicas para atuar na comunicação popular
A comunicação popular vem ganhando força entre jovens que desejam transformar suas comunidades por meio da informação, da escuta e da participação coletiva. Produzir conteúdos comunitários vai além de divulgar notícias: é uma forma de dar visibilidade às histórias, desafios e potências do território. O jornalista Luan Matheus Santana destaca que o primeiro passo é observar a realidade ao redor e ouvir atentamente as pessoas da comunidade. Segundo ele, utilizar uma linguagem simples, acolhedora e próxima do cotidiano ajuda a fortalecer o diálogo e aproximar os moradores das pautas locais. Entre as principais orientações para quem deseja atuar no jornalismo popular estão: ● valorizar experiências e memórias locais; ● usar as redes sociais digitais como ferramentas de mobilização; ● estudar educação midiática e combate à desinformação; ● trabalhar de forma coletiva; ● respeitar as pessoas retratadas nas histórias. Na prática, jovens comunicadores podem começar criando grupos de diálogo, identificando problemas do bairro e registrando histórias da comunidade com ferramentas acessíveis, como WhatsApp e redes sociais digitais. Também é importante destacar artistas, lideranças e iniciativas locais, construindo conteúdos junto com os moradores. A comunicação popular fortalece a participação social e contribui para que diferentes vozes sejam ouvidas dentro da comunidade.
Ler matéria →Dicas para produzir conteúdo literário nas redes sociais digitais
As redes sociais digitais têm se tornado espaços importantes para incentivar a leitura e aproximar novos públicos da literatura. Para jovens que desejam começar a produzir conteúdo literário, especialistas destacam que autenticidade e foco são essenciais. Segundo a jornalista Susy Oliveira, em vez de tentar falar sobre todos os assuntos, o ideal é escolher um nicho específico e desenvolver uma forma própria de se comunicar. Para ela, qualquer tema pode se tornar interessante quando apresentado com criatividade e identidade. A experiência de Susy mostra que a literatura pode se reinventar no ambiente digital, utilizando vídeos, recomendações de livros e debates para estimular o hábito da leitura. Além disso, conteúdos educativos nas redes ajudam a ampliar o acesso ao universo literário e aproximar jovens leitores. Com criatividade, constância e compromisso com a informação, a produção de conteúdo literário pode se tornar uma ferramenta importante de incentivo à cultura e à educação na era digital.
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